segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

MARANHÃO PT. 5

Domingo: Wang Park

Chegamos nos assumindo como brasileiros: subornamos um segurança. Mas foi um ato de corrupção passiva, já que ele ofereceu entrada menos complicada.

Já era relativamente tarde para praticar a pesca, 10:00, tudo que consegui até umas 11:30 foi perder isca e uns arranhados que só percebi de noite.

Mas aconteceu. Uns puxões, um pouco de força e vejo, bem ali, à minha frente. Com 2 palmos de comprimento, a maior planta aquática pescada do dia. Única coisa que pegamos. Um prato e tanto pra quem curte frutos do mar vegetariano.

Cansados de colocar camarão de molho, paramos de pescar e fomos almoçar. Depois de matar a saudade de um self-service, tirei uma leve cesta, como dizem no estado.

Almoçado e descansado, fui testar o pedalinho do local. Uma cena muito linda, três homens dentro de um pato flutuante, onde o controle do leme era um cano. Nada mais sugestivo. Pedalei até cansar e subi na torre pra pegar uma imagem aérea do parque. Uma torre de quatro andares, com total arquitetura chinesa, um prédio bonito. Cheguei cansado ao final, mas a vista completa do parque era compensadora.

Desci e caí na piscina, ignorando a lotação e contágio de feiúra – OH POVO FEIO! – mergulhei de cabeça e até deslizei pelo escorregador. Velhos tempos de infância. Maluzinha quis ir pra piscina também, fiquei segurando-a por um tempo.

O fim do dia se aproximava, mas antes do sol se por, fomos a São José de Ribamar, uma das quatro das cidades da ilha. Fomos até o cais, demos uma volta pela praça da cidade (acredito que seja a única) e voltamos.


Terça-Feira: Hamburgão.

Vou poupá-los da segunda, já que não acontecera nada de mais.

Passando direto para terça, especificamente para noite, onde fomos comer um hambúrguer que deixaria o Big Tasty com inveja.

Semanas antes, tinha apostado com meu primo que ele não conseguiria comer tudo, mas desisti da aposta porque não queria tirar dinheiro da criança. E ele comeu quase tudo, ele é um poço sem fundo.

Saímos da lanchonete e fomos ao mercado, eu precisava comprar meus vícios. Eu e meu tio fomos, deixando os outros no carro. Rápido, pegamos o que queríamos e pagamos. Ao voltar, as portas do carro estavam trancadas, já que com o tempo o carro se tranca, mas nos despreocupamos, já que todos ainda estavam dentro do carro. Meio tio batera no vidro e Igor levara um certo tempo para abrir a porta. Ao abrir, meu tio simplesmente pergunta: “Seus pais não te dão muito esporro não?!”. Foi tudo que ele precisava dizer pra chamá-lo de lerdo! HAHAHA

Depois, apenas esperei até a hora do vôo (2 da manhã D:) e voltei, feliz, para casa.

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