terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

MARANHÃO PT. 3

Sábado:

Acordei e fiquei na espreita, esperando tentarem fazer alguma coisa comigo. E tentaram. Mas quebraram a cara, já tinha acordado. Meu primo insistira brigar comigo. Mesmo com extrema dor nos pés devido ao futebol do dia anterior, dei dois chutes, agarrei, joguei pro chão, apliquei uma mão de vaca. Só faltou o menino chorar.

Descemos para tomar café e nada de importante aconteceu, assistimos mais House, almoçamos, jogamos e voltamos pra casa de meu tio.

À noite, fomos à casa de uma tia avó e depois à dos pais da minha tia para buscar o Gabriel. Mas ele não veio, já que ele ia pescar no dia seguinte, onde não pegou algum peixe.

Domingo: Praia do Meio, Shopping

Chegamos à praia cedo, pegando a maré ainda alta. Não era necessário andar muito pra poder mergulhar. Um lugar interessante, a não ser pela música. Tecnobrega e Forró aqui imperam, cheguei a ouvir Blush Blush de Stefhany tocando em um carro. Com um vento forte, é um prato e tanto para a prática de SkySurf.

Saímos da praia pra casa, almoçamos e fomos ao shopping. Shopping estranho, garanto. Além de pequeno, no domingo poucas lojas abrem. Só havia movimento na praça de alimentação. Haviam algumas mulheres bonitas, mas estava na cara que não eram naturais daqui. Umas muito brancas pra serem daqui, outras muito lindas pra serem daqui.

Outra coisa que necessito ressaltar são as tomadas. Sério! A cada três metros tinha uma tomada. Até agora não entendi pra quê. Às vezes, a tomada era de telefone. Coisas estranhas de um lugar estranho.

Por falar coisas estranhas, tem os emos daqui. HAHAHAHAHA Perto daqui, orkontro do NS é paraíso. Tinha um mano, moreno, cabeça raspada, COM UMA PORRA DE LENTE AZUL!!!! BAGULHO FEIO PRA CARALHO, MANÉ. Me disseram que aqui pessoas fazem cosplay a qualquer hora. Imagina se você vai à praia e encontra a Sakura? Dels. Oh povo feio!

Segunda: Dia de andar.

Meu avô me acorda cedo para irmos até o banco verificar se ele havia esquecido o cartão lá. Chegando à praça, vi um rato muito, muito grande. Parecia mais um esquilo colhendo nozes durante o sol tranqüilo da manhã. Eram 8:00. Só que o banco só abriria às nove. Então, andamos um pouco pelo centro histórico. Saímos da praça Deodoro, fomos até o casarão que já havia falado antes, dessa vez para filmar um pouco. Continuamos andando até chegar ao cemitério. Ao chegar na porta do cemitério, onde acontece o carnaval daqui, e já eram 9:00, ou seja, mais uma hora de caminhada até chegar ao banco. Voltamos por um outro caminho para que eu pudesse conhecer mais do que a cidade tem a me oferecer. Meu avô fora me mostrando onde trabalhava, morava, até mesmo onde a Alcione morava.

Chegamos ao banco e ele entrou. Como eu tava cheio de metal na mochila, fiquei em baixo, sentado, lendo e esperando. E observando o povo feio D:

Meu avô voltou e felizmente havia esquecido o cartão lá. Ele devia não estar satisfeito e decidiu andar mais. Andamos até o Rio Anil, na praça dos amores, LONGE PRA CARALHO DE ONDE ESTÁVAMOS. Ligamos pra casa e fomos pegar o busão pra voltar pra casa.

Entrei na internet para verificar emails e vi que tinha que fazer um site para entregar quarta-feira de manhã. Peguei o layout e a batalha começara.
De resto, apenas fizemos planos para o dia seguinte.

Terça-Feira: Mais centro histórico.

Fomos ao centro mais uma vez, apenas para comprar passagens para ir à Barreirinha. Passagens compradas e expectativas para uma viagem perfeita. Seguimos para casa do Cabeção onde tudo que fiz foi trabalhar no site. A cada action minha cabeça piorava. Já estava tonto. Só terminei o site à noite, por volta das 22, quando, desesperadamente entrei na internet pra mandar por email e corri pra arrumar a mala pra levar pra Barreirinha.

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