- Partiu Lapa na sexta, galera? - Alguém disse durante a semana. Os que disseram sim, foram.
Renan e Ju vieram pra Marechal Hermes pra irmos todos juntos. Entramos e começou o momento de oração antes de passar pelas favelas até chegar à Brasil.
Em algum momento, Julia decide me desdenhar sem mais, nem menos. Sem eu ao menos pedir, ameaçar ou pensar nisso. Sorte que eu não queria nada. Ou ia perturbar o resto da noite.
Depois de uma longa viagem, chegamos à Lapa. Um inferno de gente. Maravilha, um bloco.
Mas onde estava a nossa guia, Milla? Não tinha chegado. Ficamos sentados, esperando, esperando, esperando... Até que o celular toca, um cheguei nos avisa que a diversão tinha começado. Pelo menos pra mim.
Fomos ao bar da Tia da Milla nos preparar. Esperamos mais amigos da Milla na escadaria, quando vem um vendedor com tequila. Havia começado. Mas tudo bem, uma dose não mata ninguém. O tal amigo chegou e voltamos ao bar. Deixei minha mochila, pegando apenas identidade, dinheiro e a garrafa de Contini. O Contini não teve muito tempo, não durou ao menos 10 minutos.
- ZUUUUUUUU! - Uma voz aguda soava bem próxima ao ouvido da Julia. Era eu começando a querer perturbar a Julia.
Depois de andar, dançar e rir do Rê dançando Rebolation, fomos ao depósito abastecer. Milla me aparece com uma garrafa de Montilla. Maravilha. Mas ainda faltava o principal. A Coca-Cola. Depois de algum tempo de espera e conversa surge alguém com uma garrafa de 2L. Salvação.
Fomos pra escadaria mais uma vez, conheci outras pessoas, uma pernambucana com sotaque de espanhola e sua amiga alagoana com sotaque paulista.
Em algum determinado momento eu e Milla começamos a falar em inglês, sem motivo algum. Simplesmente começamos o embromation e chegamos até a discutir. Eu devia uma discussão a ela e dei em inglês, olha que chique!
Ainda me lembro de ter ensinado à Wanessa a beber sem sentir a queimação.
- Nossa, não vou ficar bêbada! - exclamou Wanessa.
- Sonha, - disse após uma bela gargalhada - não queima, mas não inibe seu organismo de ingerir álcool, meu amor.
Continuamos ali conversando, derramei Coca na escada e o Renan até hoje insiste que foi nele. Mas eu não tava bêbado.
Renan e Ju vieram pra Marechal Hermes pra irmos todos juntos. Entramos e começou o momento de oração antes de passar pelas favelas até chegar à Brasil.
Em algum momento, Julia decide me desdenhar sem mais, nem menos. Sem eu ao menos pedir, ameaçar ou pensar nisso. Sorte que eu não queria nada. Ou ia perturbar o resto da noite.
Depois de uma longa viagem, chegamos à Lapa. Um inferno de gente. Maravilha, um bloco.
Mas onde estava a nossa guia, Milla? Não tinha chegado. Ficamos sentados, esperando, esperando, esperando... Até que o celular toca, um cheguei nos avisa que a diversão tinha começado. Pelo menos pra mim.
Fomos ao bar da Tia da Milla nos preparar. Esperamos mais amigos da Milla na escadaria, quando vem um vendedor com tequila. Havia começado. Mas tudo bem, uma dose não mata ninguém. O tal amigo chegou e voltamos ao bar. Deixei minha mochila, pegando apenas identidade, dinheiro e a garrafa de Contini. O Contini não teve muito tempo, não durou ao menos 10 minutos.
- ZUUUUUUUU! - Uma voz aguda soava bem próxima ao ouvido da Julia. Era eu começando a querer perturbar a Julia.
Depois de andar, dançar e rir do Rê dançando Rebolation, fomos ao depósito abastecer. Milla me aparece com uma garrafa de Montilla. Maravilha. Mas ainda faltava o principal. A Coca-Cola. Depois de algum tempo de espera e conversa surge alguém com uma garrafa de 2L. Salvação.
Fomos pra escadaria mais uma vez, conheci outras pessoas, uma pernambucana com sotaque de espanhola e sua amiga alagoana com sotaque paulista.
Em algum determinado momento eu e Milla começamos a falar em inglês, sem motivo algum. Simplesmente começamos o embromation e chegamos até a discutir. Eu devia uma discussão a ela e dei em inglês, olha que chique!
Ainda me lembro de ter ensinado à Wanessa a beber sem sentir a queimação.
- Nossa, não vou ficar bêbada! - exclamou Wanessa.
- Sonha, - disse após uma bela gargalhada - não queima, mas não inibe seu organismo de ingerir álcool, meu amor.
Continuamos ali conversando, derramei Coca na escada e o Renan até hoje insiste que foi nele. Mas eu não tava bêbado.
aindaSaímos da escada, fomos até o gramado, onde tudo começou a ficar muito confuso pra mim. Lembro de sair andando com um amigo da Milla atrás de mulher, nada. Lembro de ter ido ao banheiro várias vezes. Mas eu ainda lembro. Tudo começou a ficar mais estranhos quando cenas apavorantes de uma velha fobia surgira na minha frente. A partir daí, nada mais fez sentido. Renan e Julia me puxando, me arrastando pro ponto de ônibus. Já eram umas 5 da manhã.
Chegando no ponto, mais vontade de urinar. Saio andando em direção ao banheiro, perto de onde tudo começou a ficar confuso. Fiquei impressionado por não ter me perdido, mas consegui ir e voltar tranquilamente.
Voltei, quando entrei no ônibus, simplesmente dormi. Encostei a cabeça e dormi. Quando percebi, estávamos no Méier. Descemos e fiquei a esperar o outro ônibus, chegou e continuei ali estático.
- VAI, CARA. TEU ÔNIBUS, CORRE! - Renan gritava pra mim.
E o fiz, fui até o ônibus sem risco de me perder, já que o ponto final era Marechal Hermes. Mesmo assim, às vezes eu olhava e pensava já ter passado de MH.
Finalmente, estava em casa. Mas, cadê a chave? Tinha ficado na mochila, onde encontra-se até hoje, na casa da Milla.
Chegando no ponto, mais vontade de urinar. Saio andando em direção ao banheiro, perto de onde tudo começou a ficar confuso. Fiquei impressionado por não ter me perdido, mas consegui ir e voltar tranquilamente.
Voltei, quando entrei no ônibus, simplesmente dormi. Encostei a cabeça e dormi. Quando percebi, estávamos no Méier. Descemos e fiquei a esperar o outro ônibus, chegou e continuei ali estático.
- VAI, CARA. TEU ÔNIBUS, CORRE! - Renan gritava pra mim.
E o fiz, fui até o ônibus sem risco de me perder, já que o ponto final era Marechal Hermes. Mesmo assim, às vezes eu olhava e pensava já ter passado de MH.
Finalmente, estava em casa. Mas, cadê a chave? Tinha ficado na mochila, onde encontra-se até hoje, na casa da Milla.

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