Quinta-Feira: Jeg e Festa
Quinta não fizemos nada de muito especial no dia, apenas brincando com primas na piscina. À noite meu tio me levara a andar de Jeg*. Andamos até a praia, fomos pra areia, demos uma voltinha na praia apagada e voltamos. Depois de um banho rápido, partimos em direção à festa.
Chegando na casa do irmão da minha tia, após as apresentações, fomos ao quarto onde os meninos estavam jogando Call of Duty. Mudando pro PES e o quebra pau começou. Depois de perder, nos pênaltis, pro meu primo, o jantar estava servido.
Strogonof de frango, que meu primo, que já sentira cheiro de perfume inexistente no carro, achava ser peixe, acompanhado pelo clássico guaraná Jesus.
Discutimos sobre futebol na mesa, cantamos parabéns, como todos bons penetras, e constatei uma coisa: o parabéns maranhense é diferente. Não sei muito bem o que eles falam, mas quando deveria repetir tudo, eles cantam algo diferente, questão cultural.
Comemos bolo, jogamos um pouco e voltamos pra casa. Dormimos para ir à praia no dia seguinte.
*Jeg: um tipo de Jeep
Sexta-Feira: Praia do Caolho
Primeiro dia de praia, emoção de banhar-me em uma praia nordestina. Entretanto, toda emoção acabou quando entrei. A água quente é até confortável no vento gelado da manhã, mas mesmo com a maré alta, a praia é rasa. Rasa, mas rasa mesmo. Pior que Praia Seca. Cinquenta metros além da areia e a água estava na canela. Apelidei a praia de rala-peito. Um mergulho e seu peito não será mais o mesmo. A 75m da areia e a água batia na altura da virilha. Deve ser a área de lava-saco.
Saímos da praia e pegamos um ônibus para o Reviver, algo como uma feira-livre no Centro Histórico do Maranhão. Andamos pela rua Grande que é pequena e fomos até o casarão que era de um tio-bisavô meu, onde agora funciona uma oficina de artesanato.
A noite voltamos a casa da festa do dia anterior para jogar bola. Vocês sabem que sou ruim de bola, mas no primeiro lance dei um elástico que terminou num ovinho lindo. Fecha as pernas, maranhense. Depois lanchamos e era hora de ir pra casa. Fomos para tomar banho e pegar roupa e voltamos. Partimos pro quarto de jogos e mais um quebra-pau no PES, onde, entediado, deitei a cabeça no braço do sofá e dormi. Acordei com risos e quis saber qual era a piada. Mal sabia que a piada era eu. Fomos pro quarto dormir. Mas vimos alguns episódios de House. Meu primo, que ficou me zoando por dormir anteriormente, foi o primeiro a apagar. Só viu um episódio.
Após o terceiro episódio, o DVD começou a travar e desistimos, dormimos.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
MARANHÃO PT. 1
Segunda-Feira: Avião
Ao embarcar no avião, sento-me ao lado de uma maranhense muito simpática, entretanto com um sotaque em que você segura pra não rir. Pra ter idéia, aqui fala-se um “ehn-ehn” que equivale ao nosso “aham” e ao “ahn-ahn”. Exatamente, vale pros dois, tanto pra sim quanto pra não. É quase impossível distinguir isso logo no primeiro dia. Estou no terceiro dia e ainda não consegui.
Ou seja, eu sofri. Sofri pra não começar a rir descontroladamente do sotaque da senhora. Ela me dizia coisas maravilhosas sobre aqui, e seu filho me dizia que não tinha o que ver e que só tinha mulher feia. E mais tarde descobri que era verdade.
Cheguei ao Machadão por volta das 1:00, pegamos as malas, encontramos meus tios e chegamos à casa de um deles. Uma rápida conversa e um descanso ao longo da noite.
Terça-Feira: Casa do Cabeção
Na terça fomos almoçar na casa do Cabeça. Ele veio até aqui e nos levou de carro. Chegando lá falei com a Drika, conheci o Xandinho, meu mais novo primo, falei com outras pessoas, afinei o violão, brinquei com meus outros primos, liguei o note pra instalar uns programas e o almoço estava pronto.
Após almoçar, voltei pro PC e jogamos Carmageddon. Paramos e fomos jogar bola. De maneira excêntrica, digamos.
À noite voltamos pra casa do Careca, lanchamos e contamos piadas. Piadas simples e maldosas, como o do português que foi pagar o imposto de renda na fonte e morreu afogado ou do menino que achava ser de chiclete mas não era demente; era demorangue.
Após fiz uma arte pro meu tio transformar em adesivo já que acordaria às 4 da manhã no dia seguinte.
Quarta-Feira: Interior do meu avô*
Na quarta, dia de São Sebastião, meu avô quis ir pra sua cidade natal, Peri Mirim, a oeste de São Luís, cujo padroeiro é São Sebastião. Seria simples se fôssemos de Ferry Boat (barca legal onde entra carros), mas não conseguimos a passagem e por isso tivemos que acordar às 4:00. Cabeção chegou por volta das 4:15 e seguimos viagem sob a luz das estrelas.
Como eu disse antes, se tivéssemos pego o Ferry Boat, andaríamos em linha reta, atravessando a baía de São Marcos e seguido para o oeste. Entretanto, não há saída da ilha para o Oeste, não por via de pontes. Então, tivemos que sair para o Sul, Oeste e norte, fazendo um verdadeiro U.
Depois de 350Km de buracos escondidos, quebra-molas despercebidos e asfalto bom – não posso reclamar de tudo – chegamos a Peri Mirim, por volta das 8:30. Sim, tivemos uma média de velocidade de aproximadamente 90Km/h.
Chegamos e fomos direto à casa de uma prima de meu avô, minha prima-avó (?), depois à casa de outra parenta e às 9:00 fomos à missa. Durante a missa começou a chover bastante na cidade. Entendam da forma que quiserem.
Ao término, ainda chovia e fomos pro interior do interior. Meu avô me mostrou a casa onde ele nasceu. Era longe. Muito longe. No caminho, paramos pra esperar a travessia de vacas e porcos.
O índice demográfico de porcos na cidade é extremamente maior que a de cachorro. Ficamos lá um dia inteiro e só vimos 4 cachorros na cidade inteira. Sobre os porcos, era impossível contabilizar. O mais incrível é que os porcos eram criados soltos, na rua. Principalmente na periferia da cidade. Imagino o que acontece quando se atropela um porco: Pega-se a carne ou a prepara e devolve ao dono, como desculpas? Será que vira uma feijoada para as duas famílias?
Voltando a falar do interior do meu avô*, andamos, andamos e andamos até chegar. Um lugar bonito, admito. Pena que o local não condiz com a beleza da população.
Voltamos, almoçamos pato – essa é pra você, Luiz Felipe – e fomos atrás de um rio. Rodamos e não achamos. Mas junto com a gente, logo atrás, na moto, tinha uma mulher bonita. É sério, gente, já era meu segundo dia no estado, passei por dentro de um monte de municípios e SÓ ACHEI UMA MULHER BONITA! PUTA MERDA! Maranhenses que me desculpem, MAS ÔH POVO FEIO!!!!
Feito tudo que queríamos, hora de voltar pra casa. Mas dessa vez de Ferry Boat. 40 minutos até a margem da baía e chegamos às 15h. A barca só saía às 16. Mas atrasou. 17:10 e seguimos viagem até São Luís. Com o mar um pouco agitado, balançamos pelas águas, mas o sol poente deu beleza à viagem.
Atracamos no porto, entramos no carro e fomos pra casa. Nisso uma mulher fecha o meu tio e o olha de cara feia. Ele fica e revoltado e só tenho tempo de pensar “FODEU!”. Meu tio não ficou com medo, até porque, se tivesse medo de cara feia não olhava pro espelho.
Ele ficou com aquilo na cabeça: “Vou atrás daquela mulher, vou atrás daquela mulher...”. Até que conseguiu emparelhar com a mulher. Abriu o vidro direito, buzinou e fez uma careta. UMA CARETA! ELE SAIU DESEMBESTADO ATRÁS DA MULHER, EU CRENTE QUE IA DAR ESPORRO, GRITAR, FAZER ESCÂNDALO, MAS ELE SÓ FAZ UMA CARETA!!!! FFFFFFUUUUU
À noite, fomos à panquequeria e comi, feliz, uma panqueca de frango e, ao final, uma de chocolate. Sempre acompanhado de guaraná Jesus.
Voltamos a casa do Ignácio e fim do dia.
*Interior do meu avô (expressão local): cidade do interior onde o avô nasceu.
Ao embarcar no avião, sento-me ao lado de uma maranhense muito simpática, entretanto com um sotaque em que você segura pra não rir. Pra ter idéia, aqui fala-se um “ehn-ehn” que equivale ao nosso “aham” e ao “ahn-ahn”. Exatamente, vale pros dois, tanto pra sim quanto pra não. É quase impossível distinguir isso logo no primeiro dia. Estou no terceiro dia e ainda não consegui.
Ou seja, eu sofri. Sofri pra não começar a rir descontroladamente do sotaque da senhora. Ela me dizia coisas maravilhosas sobre aqui, e seu filho me dizia que não tinha o que ver e que só tinha mulher feia. E mais tarde descobri que era verdade.
Cheguei ao Machadão por volta das 1:00, pegamos as malas, encontramos meus tios e chegamos à casa de um deles. Uma rápida conversa e um descanso ao longo da noite.
Terça-Feira: Casa do Cabeção
Na terça fomos almoçar na casa do Cabeça. Ele veio até aqui e nos levou de carro. Chegando lá falei com a Drika, conheci o Xandinho, meu mais novo primo, falei com outras pessoas, afinei o violão, brinquei com meus outros primos, liguei o note pra instalar uns programas e o almoço estava pronto.
Após almoçar, voltei pro PC e jogamos Carmageddon. Paramos e fomos jogar bola. De maneira excêntrica, digamos.
À noite voltamos pra casa do Careca, lanchamos e contamos piadas. Piadas simples e maldosas, como o do português que foi pagar o imposto de renda na fonte e morreu afogado ou do menino que achava ser de chiclete mas não era demente; era demorangue.
Após fiz uma arte pro meu tio transformar em adesivo já que acordaria às 4 da manhã no dia seguinte.
Quarta-Feira: Interior do meu avô*
Na quarta, dia de São Sebastião, meu avô quis ir pra sua cidade natal, Peri Mirim, a oeste de São Luís, cujo padroeiro é São Sebastião. Seria simples se fôssemos de Ferry Boat (barca legal onde entra carros), mas não conseguimos a passagem e por isso tivemos que acordar às 4:00. Cabeção chegou por volta das 4:15 e seguimos viagem sob a luz das estrelas.
Como eu disse antes, se tivéssemos pego o Ferry Boat, andaríamos em linha reta, atravessando a baía de São Marcos e seguido para o oeste. Entretanto, não há saída da ilha para o Oeste, não por via de pontes. Então, tivemos que sair para o Sul, Oeste e norte, fazendo um verdadeiro U.
Depois de 350Km de buracos escondidos, quebra-molas despercebidos e asfalto bom – não posso reclamar de tudo – chegamos a Peri Mirim, por volta das 8:30. Sim, tivemos uma média de velocidade de aproximadamente 90Km/h.
Chegamos e fomos direto à casa de uma prima de meu avô, minha prima-avó (?), depois à casa de outra parenta e às 9:00 fomos à missa. Durante a missa começou a chover bastante na cidade. Entendam da forma que quiserem.
Ao término, ainda chovia e fomos pro interior do interior. Meu avô me mostrou a casa onde ele nasceu. Era longe. Muito longe. No caminho, paramos pra esperar a travessia de vacas e porcos.
O índice demográfico de porcos na cidade é extremamente maior que a de cachorro. Ficamos lá um dia inteiro e só vimos 4 cachorros na cidade inteira. Sobre os porcos, era impossível contabilizar. O mais incrível é que os porcos eram criados soltos, na rua. Principalmente na periferia da cidade. Imagino o que acontece quando se atropela um porco: Pega-se a carne ou a prepara e devolve ao dono, como desculpas? Será que vira uma feijoada para as duas famílias?
Voltando a falar do interior do meu avô*, andamos, andamos e andamos até chegar. Um lugar bonito, admito. Pena que o local não condiz com a beleza da população.
Voltamos, almoçamos pato – essa é pra você, Luiz Felipe – e fomos atrás de um rio. Rodamos e não achamos. Mas junto com a gente, logo atrás, na moto, tinha uma mulher bonita. É sério, gente, já era meu segundo dia no estado, passei por dentro de um monte de municípios e SÓ ACHEI UMA MULHER BONITA! PUTA MERDA! Maranhenses que me desculpem, MAS ÔH POVO FEIO!!!!
Feito tudo que queríamos, hora de voltar pra casa. Mas dessa vez de Ferry Boat. 40 minutos até a margem da baía e chegamos às 15h. A barca só saía às 16. Mas atrasou. 17:10 e seguimos viagem até São Luís. Com o mar um pouco agitado, balançamos pelas águas, mas o sol poente deu beleza à viagem.
Atracamos no porto, entramos no carro e fomos pra casa. Nisso uma mulher fecha o meu tio e o olha de cara feia. Ele fica e revoltado e só tenho tempo de pensar “FODEU!”. Meu tio não ficou com medo, até porque, se tivesse medo de cara feia não olhava pro espelho.
Ele ficou com aquilo na cabeça: “Vou atrás daquela mulher, vou atrás daquela mulher...”. Até que conseguiu emparelhar com a mulher. Abriu o vidro direito, buzinou e fez uma careta. UMA CARETA! ELE SAIU DESEMBESTADO ATRÁS DA MULHER, EU CRENTE QUE IA DAR ESPORRO, GRITAR, FAZER ESCÂNDALO, MAS ELE SÓ FAZ UMA CARETA!!!! FFFFFFUUUUU
À noite, fomos à panquequeria e comi, feliz, uma panqueca de frango e, ao final, uma de chocolate. Sempre acompanhado de guaraná Jesus.
Voltamos a casa do Ignácio e fim do dia.
*Interior do meu avô (expressão local): cidade do interior onde o avô nasceu.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Partiu Norte Shopping?
Última quarta, nada pra fazer, vamos pro NS encher a cara, pessoal.
Fui pra lá com a Maria, logo em seguida encontramos a Dika - que só foi emprestar a sua beleza um pouco - e fomos em direção à Saraiva encontrar o Renan.
Ao encontrar o Renan, fomos atrás da Luiza lá dentro. Achamos a Luiza toda feliz por ela ter encontrado um cd do Foo Fighters por 20 reais.
Saímos da Saraiva, Dika foi embora - eu disse que era só um pouco - e fomos pra frente do cinema esperar o Lipe.
Encontro alguns amigos. Uns emos estranhos e feios ficam nos amedrontando - pelo menos eu tive medo e ânsia de vômito - e o Lipe chega com a Thai e a Amanda.
Lipe ficou com vergonha de falar com os from UK estranhos, mas aposto que ele conhecia.
Voltamos a Saraiva, mas ficamos em frente, sentados. Luiza começou a encher o saco querendo frango frito. Quase sugeri que ela entrasse na frigideira. Mas a carne é pouca, mal daria pra fazer uma canja, menos ainda pra uma fritura.
Muita discussão, nenhuma resolução e a Milla chega iluminando o local. Contei um segredo a ela, mas alto de mais, todos ouviram. Levei uma porrada e continuamos a discutir.
Em algum momento o Lipe encosta o dedo no meu braço, próximo ao meu cotovelo e leva um choque. Ele fica pasmo.
Encosta de novo e toma outro choque. Renan também encosta e toma um choque.
Fiquei cantando a música tema do Super Choque e me senti uma enguia elétrica.
Ao final, decidimos ir ao Burger King. Chegamos lá, discutimos, discutimos mais e voltamos ao ponto de partida.
Decidimos ir ao Na Pressão, comer a merda do frango frito. Chegamos arrasando, juntamos duas mesas. Lipe se atrapalhou todo pra juntar a terceira.
Ao fim, estamos sentados e começamos a pedir. Pedimos as bebidas e um frango com molho rosê.
O frango chegou e começou o massacre.
Todos com fome, pobre frango. Acabou e não nos satisfez; pedimos outro.
Milla se incomodou ao perceber que eu estava a encarando e me fez um sinal feio.
Ouço a Maria reclamar:
- Porra, Milla. Logo na minha boca?!
A mesa se cala e começa a gargalhar descomunalmente. Alguns segundos se passam e mais uma vez ouve-se a voz da Maria:
- Gente, agora que percebi a besteira que falei.
Pobre e inocente Maria. Tadinha da Mariazinha.
Outro frango chega e a carnificina se instaura.
Em seguida ouço a Maria:
- Milla, para de tremer na minha perna.
Viro a cabeça pro lado, minha face tinha uma expressão mista de medo e curiosidade.
Fiz que não entendi e pedimos batata.
Comemos, comemos e pedimos outro frango. Nosso orçamento já tinha estourado, mas nem ligamos.
Após o último frango, pedimos a conta. Fodeu.
Veio o garçom e entregou a conta.
Dividimos o que cada um tinha comido, dividimos errado, brigamos, mandei a Luiza tomar no cu, pra no final dividirmos a conta igualmente.
Descobrimos que só tínhamos dinheiro pra pagar a conta sem os 10%. Bom, não somos obrigados a pagar os 10%, pensamos. E foi feito.
O garçom veio, explicamos e ele começou a se irritar:
- Não, mas vocês têm que pagar!
- Mas não temos dinheiro, cara.
- Então não vão sair daqui, po, esse dinheiro não vai pra casa, vai pro meu bolso...
Continuamos a dizer que não dava e ele começou a ficar triste. Coitado.
Saímos do Bar e fomos procurar o Renan - que havia saido pra levar a Milla no ponto. Mas ele não deu calote, ele tinha deixado o dinheiro mas não acompanhou a discussão com o garçom - encontramos, mas eles se quer tinham chegado ao ponto. De ônibus.
Fomos à loja de piercing para a Amanda trocar o piercing do nariz.
Ela não queria muito, mas a Luiza encheu tanto o saco, mas tanto que a garota preferiu trocar, já que viu que discutir com a Luiza é como ensinar truques a um cachorro velho.
Mas assim que elas iam entrar na sala eu tive que sair e vou deixar a história sem final. ;(
Fui pra lá com a Maria, logo em seguida encontramos a Dika - que só foi emprestar a sua beleza um pouco - e fomos em direção à Saraiva encontrar o Renan.
Ao encontrar o Renan, fomos atrás da Luiza lá dentro. Achamos a Luiza toda feliz por ela ter encontrado um cd do Foo Fighters por 20 reais.
Saímos da Saraiva, Dika foi embora - eu disse que era só um pouco - e fomos pra frente do cinema esperar o Lipe.
Encontro alguns amigos. Uns emos estranhos e feios ficam nos amedrontando - pelo menos eu tive medo e ânsia de vômito - e o Lipe chega com a Thai e a Amanda.
Lipe ficou com vergonha de falar com os from UK estranhos, mas aposto que ele conhecia.
Voltamos a Saraiva, mas ficamos em frente, sentados. Luiza começou a encher o saco querendo frango frito. Quase sugeri que ela entrasse na frigideira. Mas a carne é pouca, mal daria pra fazer uma canja, menos ainda pra uma fritura.
Muita discussão, nenhuma resolução e a Milla chega iluminando o local. Contei um segredo a ela, mas alto de mais, todos ouviram. Levei uma porrada e continuamos a discutir.
Em algum momento o Lipe encosta o dedo no meu braço, próximo ao meu cotovelo e leva um choque. Ele fica pasmo.
Encosta de novo e toma outro choque. Renan também encosta e toma um choque.
Fiquei cantando a música tema do Super Choque e me senti uma enguia elétrica.
Ao final, decidimos ir ao Burger King. Chegamos lá, discutimos, discutimos mais e voltamos ao ponto de partida.
Decidimos ir ao Na Pressão, comer a merda do frango frito. Chegamos arrasando, juntamos duas mesas. Lipe se atrapalhou todo pra juntar a terceira.
Ao fim, estamos sentados e começamos a pedir. Pedimos as bebidas e um frango com molho rosê.
O frango chegou e começou o massacre.
Todos com fome, pobre frango. Acabou e não nos satisfez; pedimos outro.
Milla se incomodou ao perceber que eu estava a encarando e me fez um sinal feio.
Ouço a Maria reclamar:
- Porra, Milla. Logo na minha boca?!
A mesa se cala e começa a gargalhar descomunalmente. Alguns segundos se passam e mais uma vez ouve-se a voz da Maria:
- Gente, agora que percebi a besteira que falei.
Pobre e inocente Maria. Tadinha da Mariazinha.
Outro frango chega e a carnificina se instaura.
Em seguida ouço a Maria:
- Milla, para de tremer na minha perna.
Viro a cabeça pro lado, minha face tinha uma expressão mista de medo e curiosidade.
Fiz que não entendi e pedimos batata.
Comemos, comemos e pedimos outro frango. Nosso orçamento já tinha estourado, mas nem ligamos.
Após o último frango, pedimos a conta. Fodeu.
Veio o garçom e entregou a conta.
Dividimos o que cada um tinha comido, dividimos errado, brigamos, mandei a Luiza tomar no cu, pra no final dividirmos a conta igualmente.
Descobrimos que só tínhamos dinheiro pra pagar a conta sem os 10%. Bom, não somos obrigados a pagar os 10%, pensamos. E foi feito.
O garçom veio, explicamos e ele começou a se irritar:
- Não, mas vocês têm que pagar!
- Mas não temos dinheiro, cara.
- Então não vão sair daqui, po, esse dinheiro não vai pra casa, vai pro meu bolso...
Continuamos a dizer que não dava e ele começou a ficar triste. Coitado.
Saímos do Bar e fomos procurar o Renan - que havia saido pra levar a Milla no ponto. Mas ele não deu calote, ele tinha deixado o dinheiro mas não acompanhou a discussão com o garçom - encontramos, mas eles se quer tinham chegado ao ponto. De ônibus.
Fomos à loja de piercing para a Amanda trocar o piercing do nariz.
Ela não queria muito, mas a Luiza encheu tanto o saco, mas tanto que a garota preferiu trocar, já que viu que discutir com a Luiza é como ensinar truques a um cachorro velho.
Mas assim que elas iam entrar na sala eu tive que sair e vou deixar a história sem final. ;(
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Rapidinhas esquecidas
Dia 1º, aproximadamente 00:20, voltando pra casa.
Na esquina de casa, Renan me solta um grito. Um grito alto e agudo. Alto o suficiente pra ouvir num raio de 2 quarteirões:
PAPAI NOEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELLLLLLLL,
TÔ COM VEEERME!!!!!!!!!!
Sim, as pessoas felizes e bêbadas, voltando pra casa, relaxando após a queima de fogos são obrigadas a ouvir isso.
Mas geral bêbado, acredito que tenham ignorado.
Dia 02, sonoite, quintal.
Breno e Pato estão fora soltando pipa, das quais perderam 10 em 3 dias.
Eu e Renan, perto da piscina, conversando.
Renan avista algo estranho. Um inseto grande e solta um berro:
- CARALHO, OLHA O GRILO GIGANTE!!!!
Thales Chassi-de-grilo no detalhe
Depois a mãe do Renan passou, viu e nos corrigiu: era um gafanhoto.
Uffa, imagina um bicho de um palmo fazendo cri-cri no seu ouvido pela madrugada? Deve ser um inferno.
Não, o inferno deve ser melhor que isso.
Eu e Renan voltamos a sentar para conversar. Nisso morcegos começam a nos rodear pra mostrar que a área é deles e impor respeito.
Um deles é tão abusado que chega a beber água da piscina.
Breno e Pato entram e se juntam à conversa.
A cada morcego que dava um rasante, o Breno se escondia de medo. Teve um que veio perto da minha cabeça, o moleque se cagou de medo.
Levantamos e eu perguntei:
- Renan, quer matar um morcego?
- Não.
- É só ficar rodando essa barra no ar que ele chega perto, aí é só acertá-lo.
Então girei aquilo e o morcego chegou perto, mas não acertei.
Tadinho, ele não fez nada.
Depois do Breno se borrar todos, entramos.
Mas antes, aproveitamos pra tirar foto do galo que eu tinha falado e confundido:
Na esquina de casa, Renan me solta um grito. Um grito alto e agudo. Alto o suficiente pra ouvir num raio de 2 quarteirões:
PAPAI NOEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEELLLLLLLL,
TÔ COM VEEERME!!!!!!!!!!
Sim, as pessoas felizes e bêbadas, voltando pra casa, relaxando após a queima de fogos são obrigadas a ouvir isso.
Mas geral bêbado, acredito que tenham ignorado.
Dia 02, sonoite, quintal.
Breno e Pato estão fora soltando pipa, das quais perderam 10 em 3 dias.
Eu e Renan, perto da piscina, conversando.
Renan avista algo estranho. Um inseto grande e solta um berro:
- CARALHO, OLHA O GRILO GIGANTE!!!!
Fiquei impressionado. Um grilo de um palmo de tamanho. Ficamos ali adimirando e lembrando do nosso amigo Thales.
Thales Chassi-de-grilo no detalheDepois a mãe do Renan passou, viu e nos corrigiu: era um gafanhoto.
Uffa, imagina um bicho de um palmo fazendo cri-cri no seu ouvido pela madrugada? Deve ser um inferno.
Não, o inferno deve ser melhor que isso.
Eu e Renan voltamos a sentar para conversar. Nisso morcegos começam a nos rodear pra mostrar que a área é deles e impor respeito.
Um deles é tão abusado que chega a beber água da piscina.
Breno e Pato entram e se juntam à conversa.
A cada morcego que dava um rasante, o Breno se escondia de medo. Teve um que veio perto da minha cabeça, o moleque se cagou de medo.
Levantamos e eu perguntei:
- Renan, quer matar um morcego?
- Não.
- É só ficar rodando essa barra no ar que ele chega perto, aí é só acertá-lo.
Então girei aquilo e o morcego chegou perto, mas não acertei.
Tadinho, ele não fez nada.
Depois do Breno se borrar todos, entramos.
Mas antes, aproveitamos pra tirar foto do galo que eu tinha falado e confundido:
domingo, 3 de janeiro de 2010
Viagem com o Rê - Dia 30, Quarta-Feira.
Já cheguei atrasado à casa dele porque eu vendi minha canoa e com a chuva, não pude chegar a tempo. Cheguei por volta das 19.
Saímos.
Trânsito fluindo bem até a entrada da ponte Rio-Niterói. Nessa hora, o Breno fala da Árvore da Lagoa e aponta pra direita.
Pense: Ponte Rio-Niterói? Lagoa Rodrigo de Freitas? QUE PORRA É ESSA?
Quando eu olho pra direita, vejo uma plataforma petrolífera no estaleiro.
CARALHO, CONFUNDIR UMA PLATAFORMA COM A ÁRVORE DA LAGOA É FODA, MERMÃO!
Depois de uma hora e meia de trânsito lento com baixa visibilidade, chegamos à Cidade Sorriso, ainda com chuva forte o suficiente pra limpar as águas da Baia de Guanabara.
Chegando em Niterói, prosseguimos viagem até Jaconé.
Por volta das 23:15, chegamos. Exatamente, Uma viagem de 1:30h foi feita em quase 4.
Devidas apresentações, fomos conhecer o quarto - apenas lembrando, éramos 4, eu, Renan, Pato e Breno.
Quando cheguei no quarto, primeiro momento TENSO. Tinha 2 camas de solteiro e 1 de casal.
Temi.
Tremi.
Tremi que nem bambu-taquara em temporal de Dezembro.
- Temo em perguntar, mas... Quem vai dormir na cama de casal? - Pergunto.
Renan dá uma risadinha e me alivia:
- Calma, cara. Só vai dormir eu e você nesse quarto.
CARA, QUE ALÍVIO!!!!
00:00 nós jantamos, tomei banho e fomos jogar playstation. Rolou um quebra-pau no Paintball Max'D e depois fomos dormir.
Breno e Pato num quarto, eu, Renan e sua mãe no outro. Cada um em uma cama, sem stress.
Saímos.
Trânsito fluindo bem até a entrada da ponte Rio-Niterói. Nessa hora, o Breno fala da Árvore da Lagoa e aponta pra direita.
Pense: Ponte Rio-Niterói? Lagoa Rodrigo de Freitas? QUE PORRA É ESSA?
Quando eu olho pra direita, vejo uma plataforma petrolífera no estaleiro.
CARALHO, CONFUNDIR UMA PLATAFORMA COM A ÁRVORE DA LAGOA É FODA, MERMÃO!
Depois de uma hora e meia de trânsito lento com baixa visibilidade, chegamos à Cidade Sorriso, ainda com chuva forte o suficiente pra limpar as águas da Baia de Guanabara.
Chegando em Niterói, prosseguimos viagem até Jaconé.
Por volta das 23:15, chegamos. Exatamente, Uma viagem de 1:30h foi feita em quase 4.
Devidas apresentações, fomos conhecer o quarto - apenas lembrando, éramos 4, eu, Renan, Pato e Breno.
Quando cheguei no quarto, primeiro momento TENSO. Tinha 2 camas de solteiro e 1 de casal.
Temi.
Tremi.
Tremi que nem bambu-taquara em temporal de Dezembro.
- Temo em perguntar, mas... Quem vai dormir na cama de casal? - Pergunto.
Renan dá uma risadinha e me alivia:
- Calma, cara. Só vai dormir eu e você nesse quarto.
CARA, QUE ALÍVIO!!!!
00:00 nós jantamos, tomei banho e fomos jogar playstation. Rolou um quebra-pau no Paintball Max'D e depois fomos dormir.
Breno e Pato num quarto, eu, Renan e sua mãe no outro. Cada um em uma cama, sem stress.
Viagem com o Rê - Dia 31, Quinta-Feira.
O tempo fecha, mas sem chuva. Excelente pra ficar o dia inteiro na piscina.
E é o que fazemos. O dia inteiro nadando, gritando, pulando e chutando na piscina.
A parte do chutando é que pegávamos a bola, jogávamos no meio da piscina e o outro tinha que chutar no ar. Diversão pura.
Ao término, eu e Renan fomos à praia. A praia estava vazia e nojenta, a água vermelha, sabe-se lá o motivo. Saímos da praia, fui à farmácia comprar necessaires.
Fomos almoçar por volta das 14:30.
Após o almoço, respeitado aquele tempo básico, voltamos a piscina pra ficar nadando, gritando, pulando e chutando.
A noite chega e percebemos que estamos completamente vermelhos. Sem sol, pensamos não ser necessário o protetor.
Grande engano.
Ao sair da piscina, andando pelo quintal, olho pro telhado da lavanderia e levo um susto. Tinha um galo de gesso que pensei ser real. Meu Deus, nem de longe aquilo parecia ser de verdade.
Sentamos na mesa da varanda, jogamos um pouco de Perfil.
Após a janta, fomos à praia ver a queima de fogos. Saímos de casa por volta das 23:40. Vimos a explosão de cores no céu de uma praia vazia.
Já na areia, o Pato olha uma planta rasteira, típica de praia e solta a primeira pérola do ano:
- CARACA! OLHA O RASTILHO, MANÉ! AINDA NÃO TÁ ACESO NÃO, ESSA PORRA VAI ESTOURAR AQUI!
Não aguentei. Ficou registrado como primeira pérola do ano.
Mais algum tempo observando os últimos fogos e os siris, voltamos pra casa e dormimos. Talvez jogamos também, não lembro, lembro apenas que não demoramos muito a dormir pois no dia seguinte viriam outras pessoas logo cedo.
E é o que fazemos. O dia inteiro nadando, gritando, pulando e chutando na piscina.
A parte do chutando é que pegávamos a bola, jogávamos no meio da piscina e o outro tinha que chutar no ar. Diversão pura.
Ao término, eu e Renan fomos à praia. A praia estava vazia e nojenta, a água vermelha, sabe-se lá o motivo. Saímos da praia, fui à farmácia comprar necessaires.
Fomos almoçar por volta das 14:30.
Após o almoço, respeitado aquele tempo básico, voltamos a piscina pra ficar nadando, gritando, pulando e chutando.
A noite chega e percebemos que estamos completamente vermelhos. Sem sol, pensamos não ser necessário o protetor.
Grande engano.
Ao sair da piscina, andando pelo quintal, olho pro telhado da lavanderia e levo um susto. Tinha um galo de gesso que pensei ser real. Meu Deus, nem de longe aquilo parecia ser de verdade.
Sentamos na mesa da varanda, jogamos um pouco de Perfil.
Após a janta, fomos à praia ver a queima de fogos. Saímos de casa por volta das 23:40. Vimos a explosão de cores no céu de uma praia vazia.
Já na areia, o Pato olha uma planta rasteira, típica de praia e solta a primeira pérola do ano:
- CARACA! OLHA O RASTILHO, MANÉ! AINDA NÃO TÁ ACESO NÃO, ESSA PORRA VAI ESTOURAR AQUI!
Não aguentei. Ficou registrado como primeira pérola do ano.
Mais algum tempo observando os últimos fogos e os siris, voltamos pra casa e dormimos. Talvez jogamos também, não lembro, lembro apenas que não demoramos muito a dormir pois no dia seguinte viriam outras pessoas logo cedo.
Viagem com o Rê - Dia 1º, Sexta-Feira.
Acordo já com as pessoas na casa. Me apresento a todos. Tomo café e fomos à piscina enquanto o sol ainda está fraco.
Arrumamos 2 redes quaisquer, acho que de golzinho, amarramos uma na outra e colocamos entre os coqueiros pra brincar de Volley na piscina. Jogamos um pouco e saímos, o sol estava quente o suficiente pra fritar ovo no chão.
Saí da piscina e fui pra rede ler. Após alguns capítulos, o almoço fica pronto.
Almoçamos e jogamos PES 2009.
Por volta das 16:00, com o sol baixo e uma sombra bacana na piscina, fomos para lá. Com bastante protetor pois ainda estamos vermelhos do dia 30. E o Sol ainda está de rachar.
Batemos um volley bacana com os primos do Renan, depois eles foram embora e continuamos a brincar um pouco mais na piscina.
Saímos, tomamos banho e fomos à rua tomar sorvete.
Chegando à sorveteria, a fila parecia uma cópia em escala real da Curva do S do Senna.
Desistimos.
Então decidimos tomar açaí.
Decisão errada.
Compramos e voltamos pra casa. Decidimos ver filme. Assistimos à Hermanoteu na Terra de Godah - eu sei, não é filme, mas é longo - e percebemos que não deveríamos ter comprado açaí quando o Breno começa a se decompor ali. Paramos o vídeo umas 2 vezes e saímos da sala. O cheiro era insuportável.
Breno não estava se aguentando e foi sujar a louça de marrom.
Teve uma hora que ele abriu a porta e disse não estar aguentando o próprio cheiro.
Mandamos ele fechar porque não éramos obrigado a aturar junto com ele, né.
Amigos, amigos. Flatulências à parte.
Ele terminou, abriu a porta e saiu. Quando veio pra perto da gente, o cheiro veio junto. Imagine alguém morto há uma semana.
Estava pior.
Saímos mais uma vez da sala e mandamos ele acabar com a caixa de fósforo, causar um incêndio e se tacar lá pra ver se salva alguma coisa.
Terminamos de ver o "filme" e fomos dormir.
Tive um sonho muito louco com o pessoal do chato. Lembro do Renan (L), da Carol (L), da Rôsha (L) e também teve participação especial da Mika (L) nesse encontro.
Arrumamos 2 redes quaisquer, acho que de golzinho, amarramos uma na outra e colocamos entre os coqueiros pra brincar de Volley na piscina. Jogamos um pouco e saímos, o sol estava quente o suficiente pra fritar ovo no chão.
Saí da piscina e fui pra rede ler. Após alguns capítulos, o almoço fica pronto.
Almoçamos e jogamos PES 2009.
Por volta das 16:00, com o sol baixo e uma sombra bacana na piscina, fomos para lá. Com bastante protetor pois ainda estamos vermelhos do dia 30. E o Sol ainda está de rachar.
Batemos um volley bacana com os primos do Renan, depois eles foram embora e continuamos a brincar um pouco mais na piscina.
Saímos, tomamos banho e fomos à rua tomar sorvete.
Chegando à sorveteria, a fila parecia uma cópia em escala real da Curva do S do Senna.
Desistimos.
Então decidimos tomar açaí.
Decisão errada.
Compramos e voltamos pra casa. Decidimos ver filme. Assistimos à Hermanoteu na Terra de Godah - eu sei, não é filme, mas é longo - e percebemos que não deveríamos ter comprado açaí quando o Breno começa a se decompor ali. Paramos o vídeo umas 2 vezes e saímos da sala. O cheiro era insuportável.
Breno não estava se aguentando e foi sujar a louça de marrom.
Teve uma hora que ele abriu a porta e disse não estar aguentando o próprio cheiro.
Mandamos ele fechar porque não éramos obrigado a aturar junto com ele, né.
Amigos, amigos. Flatulências à parte.
Ele terminou, abriu a porta e saiu. Quando veio pra perto da gente, o cheiro veio junto. Imagine alguém morto há uma semana.
Estava pior.
Saímos mais uma vez da sala e mandamos ele acabar com a caixa de fósforo, causar um incêndio e se tacar lá pra ver se salva alguma coisa.
Terminamos de ver o "filme" e fomos dormir.
Tive um sonho muito louco com o pessoal do chato. Lembro do Renan (L), da Carol (L), da Rôsha (L) e também teve participação especial da Mika (L) nesse encontro.
Viagem com o Rê - Dia 02, Sábado.
Acordamos e não fomos a piscina hoje, já eram 11:00 e não tinha uma mísera nuvem no céu. Jogamos mais PES e o pai do Renan chegou. Fomos à casa dele e lá ficamos até o almoço ficar pronto. Voltamos, comi, dormi e li.
De tardinha, ficamos na piscina jogando volley e mergulhando (e chutando um pouco também).
Depois voltamos a casa do pai do Renan, jogamos Focus - onde eu, Renan e Giulia, sua irmã, ganhamos - e comemos cachorro quente. Brincamos com as cadelas, jogamos baralho e Black.
Breno e Pato vão comprar açaí, mesmo com minhas recomendações pra não fazerem isso. Mais uma vez teria que provocar um incêndio na casa. Isso porque não mencionei o vaso entupido na noite anterior.
Fomos ver mais filme, dessa vez, Constantine.
Breno não estava tão ruim quanto na noite anterior, mas ainda estava incomodando.
Depois do filme, fomos dormir. Aposto que o Breno estava com um cagaço do caralho.
Tive um sonho louco, mas não lembro de nada, só lembro que não foi bom.
No diga seguinte, acordamos cedo e pegamos a estrada de volta pra casa.
De tardinha, ficamos na piscina jogando volley e mergulhando (e chutando um pouco também).
Depois voltamos a casa do pai do Renan, jogamos Focus - onde eu, Renan e Giulia, sua irmã, ganhamos - e comemos cachorro quente. Brincamos com as cadelas, jogamos baralho e Black.
Breno e Pato vão comprar açaí, mesmo com minhas recomendações pra não fazerem isso. Mais uma vez teria que provocar um incêndio na casa. Isso porque não mencionei o vaso entupido na noite anterior.
Fomos ver mais filme, dessa vez, Constantine.
Breno não estava tão ruim quanto na noite anterior, mas ainda estava incomodando.
Depois do filme, fomos dormir. Aposto que o Breno estava com um cagaço do caralho.
Tive um sonho louco, mas não lembro de nada, só lembro que não foi bom.
No diga seguinte, acordamos cedo e pegamos a estrada de volta pra casa.
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