quinta-feira, 25 de março de 2010

Showpana do Rock (21/03/10)

Começo a achar que todo dia 21 vamos tocar na Showpana, cara :|
Brinks, nem todo dia 21 cai num domingo. Infelizmente. Podia ser de lei, né?! Por mais que seja quente, pequeno e apertado, adoro tocar naquele lugar.
Fui com mamãe, cheguei cedo. Aliás, na hora marcada, 17. Não tinha nada. Nem ninguém :|
Peguei meu livrinho e fui ler. Sidney chega, depois Maxi, Danilo e Deluan. Papo vai, papo vem e nada do evento começar.
Monta, espera, monta espera e a primeira banda começou o show. Tirando a altura do baixo, não tenho do que reclamar.
No final de contas, começamos a tocar às 21:00, com o seguinte SetList:

Memories
À Sua Maneira (Capital Inicial)
Lie
Anna Julia (Los Hermanos)
Cicatriz (RHCP)
Wake Up / Chord (não decidimos o correto -n)
You Fall in the Game
Fear

Não lembro se foi em Mentira ou em Anna Julia, sei que tirei a camisa e fiquei com os mamilos à vista.
Alguns errinhos básicos, resultado de um show sem ensaio, mas de resto, ocorreu tudo bem. Bangu sempre participando bastante de nossos shows, sempre presente. Não é à toa que adoro tocar naquele lugar.
Agora, só aguardo dia 18 pra estréia do Espaço Invasão Underground em Inhaúma. Se tudo ocorrer como previsto, vai ser maravilhoso!

quarta-feira, 24 de março de 2010

Orkontro NS (20/03/10)

Orkontro sempre é uma coisa divertida. Quando dá merda então, é melhor ainda. E um conselho, se não tem pra onde ir ou não tem dinheiro, é a melhor opção.
Cheguei e procurava por amigos. Não são muitos, é difícil encontrá-los. Duas voltas depois, achei a Mel. Tudo ótimo, beijinhos pra todos os lados e ficamos andando. Algum tempo encontro a Pankeka, fui agarrar aquela puta e quando olho pra trás, Mel sumiu ;|. Rodei com a Pan por lá e encontrei o Junior e Jéssica e, fiquei alternando entre grupos de amigos frequentemente. Em uma hora, com Mel e seus amigos que deveriam beber leite, começa uma correria. Um monte de gente correndo, com paus na mão, aparentemente sem sentido. Me afastei da multidão e ri sozinho do desespero alheio
Passada a correria, voltei a caminhar, andei, conversei e achei o Junior bebendo alguma cachaça ruim, alguma coisa 90, aquilo é etílico com água, juro. Cheguei pra mostrar minhas habilidades e ensinei todos o truque de todo bom bebedor.
A conversa continua e, mais uma vez, os punks correm com madeiras levantadas para cima. Outra correria, outra diversão e no meio do caminho, tenho a infeliz ideia de esbarrar em 2 meninos que se mostrariam muito chatos.
Chegaram me segurando, perguntando nome, não sei mais o quê. Como já é de praxe, já disse que era hétero. Riram, dizendo que não era isso e falaram pra eu pedir desculpas. Como não sabia o porquê, não o fiz. Depois me disseram que havia esbarrado neles. Juro que o foda-se quase saiu da minha boca. Já tinha me perdido dos meus amigos. Nesse infeliz momento, a Camilla me liga. Não tinha hora pior pra ela me ligar. Os pivetes gritaram desesperadamente, impossibilitando de ouvir e de ser ouvido.
Consegui me livrar dos moleques, achei os amigos e outra correria. Punks outra vez? Não, dessa vez era a polícia. A correria foi ainda maior. Lindo. Mas desta vez teve um problema, Jéssica sumiu.
Como não sou fichado, estava limpo e tranquilo, estufei o peito e percorri o perímetro procurando-a. Sem sucesso. Pra piorar a situação, me perdi do resto do grupo também. Puta merda.
Voltei tudo, encontrei outros amigos, depois, de longe, os avistei. E estavam todos lá, inclusive Jéssica.
Tudo certo, vamos embora. Mas todos ficaram com medo de ir pelo caminho mais curto, porque a polícia ali estava. Então demos a volta na porra do shopping! FFFUUU!
Neste trajeto, encontro os meninos que estavam com aquela aguardente pior do que pimenta com raiz forte. Diziam eles Harry Potter bebe pra caralho! HARRY POTTER DE CU É ROLA, MEU CARO!
No ponto, aguardando pacientemente o 624, surge um taxi e a Jéssica diz:
- Bem que podia ser meu pai, né?! É MEU PAI, VEM, VEM, VEM!
Ou seja, arrumei uma bela carona até Madureira, o que me poupou muito tempo de viagem :]

terça-feira, 9 de março de 2010

Invasão Underground em Irajá (06/03/10)

Acordei com um estresse incrível. Qualquer coisa era capaz de me irritar. Até mesmo acordar tinha me deixado puto. Agitação pré-show, talvez.
Cheguei em Irajá por volta das 14h, uma hora antes do evento começar, com um sol típico carioca. Meu pai não ia poder me levar mais tarde porque tinha compromisso. Ajudei a montar a bateria e o som, continuei aguardando. O pessoal da PS.: Nova se apresentaram a mim, outra banda tinha chegado, não me recordo qual. Maxi, Deluan e Dan chegaram. Vício 5 quase completa. Isso era umas 15:30 e o evento não tinha começado.
A primeira banda tocou por volta das 17:00, seríamos a quarta. Não chovia quando começaram, então o público ficou espalhado, um pouco distante do palco até. Mas, por pura ironia do destino, a chuva começou e todos foram pra perto do palco, onde era coberto. Então, no caso, a chuva foi um excelente aliado. Quando mais próximo, mais calor você sente do público.
A segunda banda foi a Creep, a da Ana. Fiquei com o Militão e o Alex curtindo o show. Depois de um berro no ouvido o Militão, me senti feliz e não gritei mais.
Ps.: Nova entrou no palco, se apresentaram, uma excelente apresentação, por sinal. Terminaram e era nossa vez.
Subimos com o palco totalmente molhado. Saco plástico em baixo dos pedais pra não entrar em contato com água. E nada de pulo ou acontece igual ao rapaz do NxZero. O show corre muito, muito bem. Esboço risadas e erro quando vejo pessoas aleatórias gritarem MENTIRA! na música. O show foi lindo.
Fiquei lá zoando um pouco, Sidney enchendo o meu saco com internas... E fui embora.
Vi a triste Avenida Brasil parada no sentido Centro, altos bolsões d'água, milhões de carros enguiçados na pista da direita. Engarrafamento em Deodoro, na Vila Militar e, finalmente, cheguei em casa. :B